Como desenvolver empatia com um UX Designer em 5 passos
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Como desenvolver empatia com um UX Designer em 5 passos

O crescimento dos produtos digitais é responsável pela criação de uma profissão que vem se tornando uma das mais populares do mercado: o UX Designer. O designer que se especializa em UX é o responsável por toda a experiência do usuário em softwares ou aplicativos e para que um profissional consiga se dar bem nessa área, uma skill é absolutamente necessária: empatia. 

Mas qual será a principal skill para conseguir se colocar no lugar do usuário e, dessa forma, fazer com que a sua experiência seja a melhor possível? A resposta é fácil: a empatia. E foi justamente para te ajudar a entender como desenvolver empatia que criamos este conteúdo. Está pronto? Vamos lá.

Afinal de contas, o que significa empatia? 

Empatia é uma das soft skills mais valorizadas pelos recrutadores, atualmente. Seu significado, se exposto em palavras simples, é a capacidade de tentar se colocar o mais próximo possível do lugar ocupado por outra pessoa. Dessa maneira, é possível entender melhor as motivações e opiniões de alguém. É como se a empatia nos ajudasse a entender por que alguém pensa da maneira que pensa ou se comporta da maneira que se comporta. 

Como o foco na experiência dos clientes difundiu a empatia no mercado de trabalho

A popularização dos smartphones e do acesso à internet fez e faz com que pessoas cada vez mais diversas tenham acesso à sites e aplicativos. Quanto maior é a diversidade de usuários, maior é a necessidade de pensar nas formas como esses diferentes usuários enxergarão o que está em desenvolvimento. 

Quando falamos em experiência do usuário, termo que origina o “UX” do “UX Designer”, não falamos apenas no momento que um cliente acessa um site para comprar um produto. É preciso pensar no caminho que este usuário fará, de acordo com o produto que está em desenvolvimento. Ela pode ir desde o momento em que pesquisa pelo produto em um site de buscas, até o momento em que o produto chegar na sua casa e for retirado da embalagem. 

Um exemplo real é bastante fácil de entender é o do Airbnb. A jornada dos seus clientes termina quando eles retornam da hospedagem, compartilha as fotos da viagem e até mesmo se torna um dos anfitriões cadastrados. Independente do produto, quem definirá a jornada é o próprio UX. 

A empresa pioneira na priorização da experiência do usuário foi a Apple, que teve o trabalho todo capitaneado por Don Norman, considerado uma das maiores referências no assunto. Se você ficou curioso sobre o tema, pode assistir ao vídeo no qual ele fala mais sobre o seu significado. Outras referências na área são Steve Jobs, também da Apple e Nielsen Norman, empresa que presta consultoria em assuntos de usabilidade, fundada por Donald Norman Jakob Nielsen e Bruce “Tog” Tognazzini

Como desenvolver empatia?

A nossa abordagem em relação à empatia está ligada ao UX Design. Então, elaboramos uma listinha com algumas dicas que vão te ajudar a desenvolver essa skill no seu dia a dia. 

1 – Sempre entenda qual problema precisa ser resolvido

Um software, um site, um app ou uma ferramenta sempre nascem para solucionar um problema. Então, antes de qualquer tipo de esforço, é necessário entender exatamente qual é o problema que o seu público tem e como o produto irá resolver esse problema. 

2 – Identifique quem é o seu público-alvo

Esta é uma das partes mais importantes: entender quem é o seu público. Quem são as pessoas que usarão o produto no qual você está trabalhando? Em qual ou quais regiões eles vivem? Qual é a faixa etária dessas pessoas? E a classe sociais? Essas perguntas são básicas e nunca podem ser esquecidas. Afinal, em UX também é preciso traçar uma persona!

No nosso caso, identificar quem compõe nosso público alvo não é uma tarefa simples. Afinal de contas, mapear os produtores e distribuidores agrícolas de um país como o Brasil, que tem particularidades regionais e produtores de diversos cultivos, origens e idades, pode ser encarada como uma tarefa desafiadora. 

3 – Entenda quais são os hábitos desse público

Essas pessoas que consumirão o seu produto têm acesso à internet no celular? Além do acesso, que tipos de serviços online elas fazem através dos smartphones? Essas duas perguntas podem determinar se o produto será disponível para mobile e pc ou em ambas as formas. Mais do que isso, elas podem antecipar a maneira como seus consumidores finais reagirão à mudanças no produto. Por isso, depois de desenvolver a persona, use sempre as informações coletadas para tentar se colocar no lugar deste consumidores e assim entender os seus comportamentos. 

4 – Preste atenção nas informações que precisam ser divididas

Pessoas diferentes usam vocabulários diferentes. É fundamental investigar, novamente através de pesquisas, se os termos e palavras escolhidos para o seu produto são condizentes com o seu público. Pode parecer besteira, mas um botão com uma palavra que não faz sentido pode prejudicar muito a experiência do usuário e, consequentemente, o sucesso do seu produto. 

5 – Cliente satisfeito, empatia comprovada

A principal prova de que um produto foi desenvolvido usando empatia como um dos principais ingredientes, é a satisfação dos clientes. Por isso, sempre busque a confirmação de que, a cada uma das fases do desenvolvimento, o seu produto supre as necessidades do público alvo. Como conseguir esta confirmação: pesquisas e testes.

 

Como o UX Design acontece na Orbia

Na Orbia, colocamos a experiência do usuário como um dos nossos principais focos. Desde de como o produto será desenhado, qual será a estratégia de conteúdo, como o produto será validado junto aos clientes, através de testes de usabilidade. Isso fez os UX designers ocuparem um papel central na empresa, como os verdadeiros representantes da do cliente na empresa, a ponto de garantir que cada texto, cada label e cada botão esteja no lugar certo, com uma funcionalidade específica que foi cuidadosamente planejada. 

Hora de praticar! 

Agora que você já teve acesso às nossas dicas, vai ficar bem mais fácil dar o primeiro passo em como desenvolver empatia. É importante ressaltar que, quando falamos de UX Designer e desenvolvimento de produtos, a empatia não pode ser confundida com suposição. Um profissional que tem empatia não é um profissional que imagina o que o cliente quer, é o que busca diversas informações e as interpreta, com a intenção de entender e comprovar o que o cliente quer. 

Aproveite o embalo e leia também o nosso conteúdo Entenda as fases do design thinking e como aplicá-las

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